Publicado por: Lupe Cotrim | 09/02/2010

Nota pública sobre a relação com o diferente

São Paulo, 8 de Fevereiro de 2010

Nós do Centro Acadêmico Lupe Cotrim gostaríamos de manifestar à comunidade uspiana  repúdio às atitudes recorrentes de  discriminação contra pessoas com problemas de saúde mental, que neste ano tornaram-se explícitas na designação de “Gautiê por um dia” para a atividade do tradicional pedágio da Semana dos Bixos. Também não compactuamos com uma das perguntas do questionário no final do Manual dos Bixos, por colocar o Gautiê como um “extraterrestre”.

Como muitos dos estudantes da ECA sabem, o Gautiê vive na Vivência e na Prainha da ECA há anos e tem transtornos mentais. Entendemos que expor ao ridículo, rebaixar, e adotar qualquer postura que discrimine a ele ou a qualquer outra pessoa diferente dos nossos padrões de normalidade não contribuem para uma melhoria ou solução da situação, nem do que implica para aqueles que convivem com ela. Ao contrário, apenas reforça a dicotomia entre um padrão considerado normal de conduta e o comportamento desviante, estigmatizando o diferente e retirando-o do convívio social, como já foi tentado por alguns estudantes da ECA, por exemplo, ao sugerirem que alimentos fossem negados ao Gautiê.

Por fazer parte da Comissão da Semana dos Bixos 2010 da ECA, o CALC se coloca entre os responsáveis e pede desculpas à comunidade ecana pelas escolhas discriminatórias, preconceituosas e que atentam contra a dignidade humana daquele que nos é diferente.

Acreditamos que a solução para essa situação, com a participação de todos os direta ou indiretamente envolvidos, está no diálogo, estudo e debate de questões referentes à relação entre marginalização e saúde mental..

E é nesse sentido que o CALC vem trabalhando, ao buscar dados sobre a história do Gautiê e entidades de apoio a pessoas com transtornos mentais. No entanto, reconhecemos que os esforços, até então, despendidos nessa direção ainda não foram suficientes. Por isso, planejamos aprofundá-los promovendo debates e seminários sobre o tema, que envolvam toda a comunidade da ECA e os demais interessados das outras entidades da USP, bem como da sociedade em geral.

Por fim, manifestamos à comunidade ecana nossa profunda decepção com aqueles que insistem em tratar uma questão que é de todos nós como algo tão absurdo que possa ser chamado de “extraterrestre”. Não, os problemas relacionados ao Gautie e sua presença na ECA são reais, terrestres e estão ao nosso lado. No entanto, há quem insista em fechar os olhos para a realidade da falta de políticas públicas para tratar da exclusão de pessoas com transtornos mentais e ainda achar graça disso.

Gestão Levante! É tempo de fazer tempo
Centro Acadêmico Lupe Cotrim 2010
Escola de Comunicações e Artes
Universidade de São Paulo

Publicado por: Lupe Cotrim | 04/02/2010

Bem vindo Bixos/Bixetes!

matricula de 2009

Bem vindo Bixo/Bixete !

Depois de muito estudo árduo, muita luta e aqui estamos:

ECA-USP!!!

Vocês devem estar em uma mistura de sentimentos: ora chora…. ora ri…. ora quer ficar quetinho no seu canto, sozinho….. ora quer gritar bem alto e para que todos saibam:

-Passei!!!!!!!!!!!!!!!

É isso, a alegria te domina.

Com o passar do tempo, o êxtase vai diminuindo e você vai vendo questões que antes não via:

- Estou muito feliz por ter passado, mas porque meu amigo, que ralou tanto quanto eu não passou?

- Estou em uma nova fase da minha vida, com pessoa novas, novos questionamentos e quero discutir isso com outras pessoas

Bem, é aí que nós, o Centro Acadêmico, entramos, afinal compartilhamos alegrias, indagações, sentimentos, tristezas e queremos discutir isso com você!

Mas não é só discussão que propomos….é hora de comemorar!!!

Grite, pule, cante, chore e diga: agora eu sou ECANO!

Tudo tem seu tempo e hora certa de acontecer, e esta é a sua hora de celebrar

Afinal, você entrou em uma das faculdades mais concorridas do país.

Teremos muito a debater, muitas questões para contestar, até mesmo o vestibular, mas teremos um ano inteiro pela frente para isso.

Comemore Bixo/Bixete!

Vá as Quintas & Brejas, participe da semanas dos bixos e da Calourada Unificada (que é o momento que você pode encontrar outros bixos de outras unidades, e acredite, é uma das poucas oportunidades durante o ano que vão se ver, então aproveite), participe da abertura dos núcleos de teatro e gênero.

E quando começarem a surgir dúvidas, nós estaremos aqui para conversar sobre o que nos incomoda e como pensar juntos em alterantivas, pois este é  apenas seu primeiro passo nesta nova encruzilhada de opções.

E mais uma vez:

Bem vindo ecan@ a sua nova família e casa!

Publicado por: Lupe Cotrim | 27/01/2010

Aniversário de Sampa e posse do novo Reitor

O ano de 2010 já começou.

Esta semana, mas precisamente na segunda-feira, dia 25 de Janeiro, o que para muitos paulistanos marca a data de Aniversário da sua cidade, para outros é apenas mais um feriado que ocorre após o ano novo e antes do carnaval.

De qualquer forma, muita festa e comemoração ocorre na cidade, que festeja os seus 456 anos: desde de passeios ciclísticos que têm sua chegada na USP; a vários shows de diversos estilos que ocorrem debaixo de muita chuva.

É nesse cenário, que, sem tanta atenção e até “camufladamente”, ocorre a materialização de um processo eleitoral pouco democrático e dúbio: João Grandino Rodas recebe a posse de reitor da Universidade de São Paulo.

Rodas foi eleito após um processo eleitoral que conta com três etapas, nas quais ocorre uma divisão nada equivalente de votos- o que podemos chamar até de oligopólio do poder. Na última fase da votação, os nomes de três candidatos são escolhidos e encaminhados para a escolha do Governador do estado.
Nesta última eleição, contrariando as outras etapas e o que vinha ocorrendo nos anos anteriores, o governador José Serra escolheu o segundo colocado entre as escolhas dos docentes, João Grandino Rodas, para reitor.

Como em uma universidade de ponta, sendo considerada a melhor do Brasil e da America Latina, um processo tão importante quanto a a eleição de um reitor pode ser tão anti-democrático?

É necessária a reflexão de todos os estudantes ecanos e não ecanos. Afinal: agora legalmente Rodas é o novo Reitor da Universidade.

Parabéns São Paulo!

Texto redigido pelas estudantes, calquianas, ecanas Mariane Rodrigues (2º PPnot) e Mariana Queen Nwabasili (2º Jornot).

Publicado por: csouzaramos | 09/12/2009

Teatro da FSP USP mostra a saúde através do orixá Obaluaê

Fazer uma reflexão poética e teatral sobre os temas da área da Saúde que, desde tempos imemoriais, se apresentam aos homens e povoam seus sonhos, seus medos e anseios é o objetivo do Grupo de Teatro da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, composto por alunos e funcionários da mesma, que encenará o Espetáculo Teatral “Atotô, Obaluaê”.

A peça faz uma abordagem contemporânea de cinco lendas da cultura afro-brasileira que contam a história de Obaluaê , o orixá da saúde e das doenças.

O Grupo pesquisou as lendas sobre os Orixás , (segundo a cultura africana, seres divinizados que em vida estabeleceram vínculos que lhes garantiam um controle sobre certas forças da natureza, como o vento, a água salgada, por exemplo ou a possibilidade de poder exercer atividades como a caça, o trabalho com metais, etc.), e por ser um grupo que pertence a uma comunidade que trabalha, pesquisa e estuda a saúde, optou pelo Orixá Obaluaê como tema da peça, pela sua relação com a saúde e a doença, os seus poderes de cura e o seu trânsito entre os vivos e os mortos, evidenciando a essa relação que o homem tem com a saúde e com a doença desde os primórdios e que está refletida em suas religiões, sua cultura e seus medos.

O grupo não enfoca o lado religioso e sim o cultural e faz uma releitura com os olhos da atualidade sobre o tema. Segundo Maurício Perussi – Diretor do Grupo, “A idéia não foi ser fiel ao culto africano, mas usar as lendas apenas como matriz, como tema e fazermos uma atualização, uma releitura. Como se fosse uma visão de Obaluaê São Paulo 2009.

A idéia é que assistindo nossa peça sobre Obaluaê, as pessoas tenham uma outra leitura sobre o enfoque da saúde e doença na cultura africana. A peça tenta mostrar que a doença e a cura sempre foram preocupações para o homem. As lendas que utilizamos para fazer o espetáculo, são lendas muito antigas, milenares, que vem da África, através de uma cultura oral e mostra como desde essa época, o homem lidava com sua relação saúde/doença/cura e com seus medos, etc.“, afirma Maurício.

Teatro como forma de melhor falar em público

Alunos e pesquisadores da FSP/USP que sempre tem que lidar com a exposição em suas atividades cotidianas, seja apresentando trabalhos em Congressos, Seminários e eventos, seja dando aulas ou seja participando de reuniões e debates, tendo sempre que se expor em público, podem contar agora com os recursos do teatro para desenvolver suas habilidades de “falar em público“. O Grupo de Teatro da FSP/USP foi criado em 2007 por iniciativa da Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx.) da Faculdade, com ajuda da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP que indicou o Diretor teatral Maurício Perussi, para montar o grupo. O objetivo era possibilitar lazer, cultura, entretenimento e desenvolvimento pessoal a docentes, funcionários e alunos. O Grupo foi criado mais com a preocupação de ensinar os princípios básicos da arte teatral aos participantes, mas com o tempo, surgiu a necessidade da montagem de um espetáculo, finalizando as atividades de ano do grupo, para proporcionar experiência de cena aos atores. Sendo assim, no primeiro ano foi montada uma esquete teatral sobre ex-professores da Faculdade, homenageados dando seus nomes as salas de aula da Faculdade.

O grupo é aberto a participação de todo e qualquer interessando, mas como é novo, ainda é um grupo pequeno, composto por uma funcionária médica do Centro de Saúde da FSP/USP, duas alunas e um aluno do primeiro ano do Curso de Graduação em Nutrição e três alunas do quinto ano do mesmo Curso, além do Diretor, que acaba de se formar na ECA;/USP como Diretor Teatral. A maioria procurou o grupo como uma opção de lazer, entretenimento, socialização, desinibição e uma forma de se trabalhar com o corpo. Para a médica e integrante do grupo, Dra. Vera Shirley “Estou no grupo por ser uma atividade bastante diferente da do atendimento médico. Uma atividade de lazer, de cultura, de entrosamento e também para trabalhar a desinibição, a postura de voz, o falar em público. Achei interessante. Melhor do que uma psicoterapia“, afirma. Já para a aluna Érica, “o teatro tem várias coisas que me chamam muito a atenção, não só por gostar muito, mas também a questão corporal e isso tem muito a ver com a saúde, pois acho que trabalhamos pouco o corpo, o toque, entre estudantes da área de saúde, inclusive os profissionais da saúde.”

Serviço:

Peça: Atotô, Obaluayê!
Grupo:
Grupo de Teatro da FSP/USP

Datas e Horários das apresentações: Dias 09/12 e 11/12 às 12h e às 17h.
Local: FSP/USP – Av. Dr. Arnaldo, 715 – Cerqueira Cesar – Anfiteatro João Yunes. (Próximo ao Metrô Clínicas)

Gratuito e aberto a qualquer interessado

Mais informações com Maurício Perussi – Diretor do Grupo, pelo e-mail: mauricio_perussi@hotmail.com

Publicado por: csouzaramos | 09/12/2009

Carta que o CALC lerá no CCA de posse (12/12)

Na RO de 7/12, os estudantes reunidos deliberaram por tirar uma carta a ser lida pelo CALC no CCA. Segue a carta:

O CALC critica a desorganização destas eleições:

Não foram organizados debates, a Comissão Eleitoral não procurou nosso Centro Acadêmico para construir as eleições na ECA e faltou material (envelope e fita crepe) nas urnas.

Repudiamos a proibição da participação de militantes externos à USP nas campanhas e eleições, propondo que isso seja alterado no próximo regimento. Porém fazemos um convite para as pessoas que estiverem presentes durante a campanha eleitoral estarem presentes também no cotidiano da Universidade.

Reivindicamos, para as próximas apurações: um computador central, que contabilize todos os dados das apurações; atas de apuração sistematizadas previamente,  uma por urna, que não sejam folhas de papel em branco. Além disso criticamos: o método adotado com a urna da Pedagogia  após a perda da ata; criticamos a falta de organização na apuração que nos procurou somente na sexta às 18h para realizar a apuração no CALC a partir das 20h; criticamos todas as pessoas que estavam presentes durante todo o processo de apuração e não contribuíram com a limpeza do espaço após o término das apurações.

O CALC acredita que o regimento deve ser repensado para as próximas eleições e defende que estas aconteçam respeitando o regimento.

O Grupo de Teatro da Poli está em temporada de apresentações e convida todos a assistirem as peças. Todas elas acontecem no prédio do Biênio da Poli no Laboratório Dramático Antonio Januzelli situado no térreo do edifício e vulgarmente conhecido com “sala preta”.

Temporada de apresentações do GTP

Local: Laboratório Dramático Antonio Januzelli, prédio do Biênio da Escola Politécnica da USP – Avenida Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº 380 – Cidade Universitária
Entrada Gratuíta.
Mais informações: www.gtp.art.br

Sobre o GTP

O Grupo de Teatro da Poli existe há mais de 55 anos. Em 2003, passou por uma processo de revitalização e, desde então, vem crescendo e ganhando reconhecimento no meio teatral. Alicerçado pelo Teatro da Pessoalidade e conceitos do Teatro Contemporâneo, o grupo criou uma linha própria de pesquisa e atualmente possui mais de 80 atores, reunidos em 6 núcleos. Em 2009, o GTP apresentou o espetáculo “Bodenlos – Sem Chão” na 11ª edição do Festival Internacional Apostrof, em Praga (Rep. Tcheca), e também no Arquivo de Vilém Flusser, na Alemanha, a convite de Marcel Marburger, supervisor científico do arquivo.

Em cartaz

Lisístrata

Lisístrata (a que dissolve exércitos, em grego), é uma das 11 peças de Aristófanes que chegaram até nós. Foi encenada pela primeira vez em 411 a.C., quando a guerra entre Atenas e Esparta completava 20 anos. Lisístrata é também o nome da protagonista, uma ateniense insatisfeita com a guerra, com o marido, com a sociedade e com o lugar que a mulher ocupava nesta. As mulheres não eram consideradas cidadãs, tinham relevância unicamente como administradoras do lar e procriadoras. Não havia nenhuma participação efetiva da mulher em questões políticas, por exemplo. Aristófanes se aproveita deste cenário para fazer sua crítica, na verdade, um apelo pela paz. Acaba tocando em outros temas ao trazer como protagonista uma mulher ateniense disposta a mudar a realidade. A arma: uma greve geral de sexo. A partir daí está criado o conflito e situações divertidíssimas conduzem toda a trama. Muitos podem se perguntar: por que encenar uma peça escrita há 25 séculos? A julgar pelas discussões riquíssimas que o texto nos proporcionou, não tenho dúvidas de que Lisístrata é atual, tratando de temas universais, ainda hoje relevantes.

Direção: Lu Pasquarelli
Duração: 110 minutos
Baseado no texto homônimo de Aristófanes

Apresentações:
Quartas, 11, 18 e 25 de novembro, sempre às 20h30.
Sábados, 14 e 21 de novembro, sempre às 18h30.

Terror e miséria no terceiro Reich

O Grupo de Teatro da Poli está em cartaz com Terror e Miséria no Terceiro Reich, de Bertolt Brecht. Na Alemanha de Adolf Hitler, a crueldade e o medo corroem almas e corpos, rasgando abismos entre as pessoas e estabelecendo a ditadura da sobrevivência por todo o território alemão. Quando nos tornamos lacaios de monstros, dispostos a tudo, quanto de humanidade ainda nos resta?

Escrita entre 1935-38, enquanto Brecht estava no exílio, Furcht und Elend des Dritten Reiches – seu título original – é um panorama da sociedade alemã sob o domínio nazista. Uma coleção de instantâneos saída de casas operárias e cortes judiciais, de trabalhadores socialistas e comunidades judaicas, de campos de concentração e aulas da juventude hitlerista. Mais do que retratar uma década mergulhada em equívocos, Brecht nos força a enxergar a decadência de toda uma sociedade, sufocada pelo terror.

Resultado de pesquisas sobre regimes totalitários e as formas de repressão existentes na sociedade contemporânea, a montagem do Núcleo Amarelo do GTP resignifica os ambientes da Escola Politécnica da USP, conduzindo o público, tal qual uma procissão, pelos cantos escuros e fétidos do Grande Império Alemão.

Direção: Bia Szvat
Duração: 110 minutos
Classificação: Livre
Texto: Bertolt Brecht
De 9 de novembro à 14 de dezembro. Sempre às segundas-feiras, às 20h30. Recomenda-se calçados confortáveis.

Perdoe-nos por traí-lo

Perdoe-nos por traí-lo, baseado na peça “Perdoa-me por me traíres” de Nelson Rodrigues, é um espetáculo divertido e estimulante que tem como tema central as relações sociais reforçadas pela família. O público poderá ver o embate entre Nelson Rodrigues, desesperado com a desconstrução de sua peça, o observador Brecht e as contradições dos tipos sociais retratados.

Direção: Amanda Freire
Apresentações:
Terças, de 10 de novembro a 15 de dezembro, às 20h30
Sábados, 5 de dezembro e 12 de dezembro, às 18h30

A Mulher que matou a Infância

Baseada no universo Clarice Lispector, “A Mulher que matou a Infância” é uma peça de teatro-dança que trata do processo, por que todos passamos, em que nos distanciamos da criança e nos reconhecemos adultos: trata da Morte da Infância. Como proposta corporal, o grupo se baseou na obra de Pina Bausch, uma das grandes promotoras do teatro-dança alemão, criadora e diretora artística do Tanztheater Wuppertal. Como proposta estética, o núcleo inspirou-se no Teatro da Morte, do diretor polonês Tadeusz Kantor e no Teatro Pobre, do também diretor polonês Jerzy Grotowski.

Direção Bia Szvat

Apresentações:
Sextas-feiras: 13/11, 20/11, 27/11, 11/12.
Sábados:
14/11, 21/11, 28/11 e 12/12
Sempre às 20h30!

Publicado por: brunaeca | 15/11/2009

Redigir comemora 10 anos com semana de atividades na ECA

Organizada pelos membros do projeto, a Semana Redigir 10 Anos pretende aproximar as atividades do Redigir do público ecano. Universitários, professores e ex-alunos poderão conferir como e porquê o projeto surgiu,  e os resultados obtidos ao longo dessa década de atividade. Além disso, traremos uma rica discussão sobre nossa principal ferramenta de formação para a cidadania: a língua portuguesa. Convidados de dentro e fora da comunidade USP ajudarão nessa reflexão sobre seu uso cotidiano e suas implicações para a inclusão social, cidadania e comunicação.

Participe dos debates de segunda à quarta, à partir das 19h no auditorio do Depto. de Jornalismo e Editoração, e da Quinta i Breja especial!

Confira a programação completa abaixo:

Programação Semana Redigir

Saiu mais um edital do Ministério da Cultura pra financiar projetos de Extensão de SP pro 1º semestre de 2010. É importante mandar muitos projetos pra lá, porque esse é um projeto piloto do Minc – ou seja, se tiver muita procura, é provável que continue e aumente o nº de projetos beneficiados nos próximos anos; se tiver pouca, pode até ser suspenso.
 
Esse edital é super legal, porque encara a extensão universitária da maneira como acredito que os ecanos pensam: não é “levar a luz” à comunidade, mas construir conhecimento junto. Então, o ideal é q pessoas da comunidade sejam incluídas desde o processo de elaboração do projeto. Além disso, é possível pedir bolsas pras pessoas q trabalharão no projeto, tanto alunos da USP, como os “agentes culturais” da comunidade.
 
O projeto presica ter, basicamente: 1 professor responsável da universidade, pelo menos 1 aluno da universidade e envolver a comunidade externa de alguma forma. O ideal é que tenha prespectiva de continuidade e de relação com pesquisa na universidade, e “agentes culturais” de fora da univesidade participando integralmente do projeto.
 
As bolsas valem para um semestre em 2010 e podem chegar a R$20 mil por projeto; tendo bolsas de até R$450,00/mês para os participantes.
As universidades devem enviar os projetos ao Minc até 30/11/09 – então fique atento aos prazos internos!
 
A página do edital é: http://proext.cultura.gov.br/sp/
E o email pra contato: sp@proext.com.br
 
 
>No caso da USP, os projetos serão enviados por cada unidade à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão.
 
>No caso da ECA, é preciso fazer o seguinte:
1)Levar o projeto pronto IMPRESSO para o chefe do Depto. do prof. responsável, pra ele assinar.
2) Encaminhar (IMPRESSO), ao Conselho de Cultura e Extensão da ECA (prédio central, 3091-4067, falar com Gena) – isso talvez os alunos mesmo possam fazer logo depois de pegar a assinatura do chefe do departamento, para agilizar. Isso precisa chegar ao CCEx até dia 24/11, pra ter certeza de que vai dar tempo deles mandarem pra Pró-Reitoria até dia 30.
*Nem o depto., nem o CCEx, nem a Pró-Reitoria aprovam ou reprovam os projetos, eles só precisam encaminhar pro Minc.

Publicado por: csouzaramos | 11/11/2009

Curso de Autogestão e Desenvolvimento Social

Universidade, Cultura e

Movimentos  Sociais

Apresentação do edital e oficinas de elaboração de projetos:

CALENDÁRIO
11/11 (quarta-feira)
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)
Local: Piso dos Estudantes (“Caramelo”)
14h

Faculdade  de Direito
Local: Salão dos Estudantes
14h

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA)
Local: Saguão FEA 1
17h

12/11 (quinta-feira)
EACH (USP – Leste)
Local: Prédio I 1  (“Titanic”)
13h

EACH (USP – Leste)
Local: Prédio I 1  (“Titanic”)
18h

Endereços:

FAU Cidade Universitária
Rua do Lago, 876

Faculdade de Direito
Largo de São Francisco, 95, Centro

FEA Cidade Universitária
Av. Prof. Luciano Gualberto, 908

Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH)
do Béttio, 1000 – Ermelino Matarazzo

Para mais informações, entrar em contato com proextsp@proext.com.br ou acessar www.proext.cultura.gov.br/sp.

Publicado por: tofabio | 09/11/2009

Avaliação de Disciplinas – 2° semestre de 2009

Convocamos todos os alunos para a 1° reunião aberta da avaliação de disciplinas para o 2° semestre de 2009, 4ª feira, 11/11, às 18h00 na sala do Calc.

Contamos com a participação de todos para construir essa ferramenta de discussão e luta pela reestruturação dos cursos na ECA.

Os alunos também podem participar como representantes de turmas, responsáveis por passar o formulário em suas salas e manter contato com o Calc.

A avaliação é um instrumento de todos os estudantes da ECA!

Postagens Antigas »

Categorias